UM MUSEU COMO PONTE
A observação da topografia do terreno nos conduz a um desejo quase irresistível de sobrepor o vale através de uma ponte, unindo as duas pequenas colinas que se apresentam como a característica mais marcante do lugar.
Procurando conciliar os aspectos subsequentes relativos ao programa arquitetônico/museológico e sua inserção no terreno, percursos internos e de conexão entre edifícios do NEIGHBORHOOD PARK, bem como diversos outros aspectos técnicos e funcionais, nos damos conta de que a ponte, enquanto partido arquitetônico, apresenta uma quantidade enorme de vantagens em relação a outras possibilidades. A ponte é também uma solução de impacto ambiental controlado, dado que se sustenta com apenas quatro pontos de apoio e permite uma desejável transparência para o edifício, em face do entorno e do verde.
A ponte se revela também como uma inesgotável fonte de poesia, abre-se para uma infinidade de interpretações metafóricas e analógicas e, tem sido, ao longo da história, um dos prediletos temas para a engenharia civil e para a arquitetura.
LOCALIZAÇÃO
Kyiongi–Coréia do Sul
ÁREA
5.200,00m²
EQUIPE
Mario Biselli, Artur Katchborian, Guilherme Motta, Daniel Corsi, Natália Celedon, ilvio Sguizardi Marcio Coelho, Roberto Fialho, Valéria dos Santos Fialho, Luciano Cersósimo, Leandro Alegria Pereira, Carol Pudenzi, Joao Paulo Daolio, Luciano Cersósimo, Leon Benkler, Visualize Arquitetura Digital
RENDERS
BK
PRÊMIOS
Projeto Semifinalista em concurso Internacional-UIA, 2003